quarta-feira, 7 de julho de 2010

Usando o Virtual BOX

Sou professor de Hardware e Redes à algum tempo. Meus alunos sempre que solicito um estudo de software, eles sem nem respirar me respondem....... "eu não posso formatar a minha máquina toda hora". Concordo com eles no mesmo momento e falo que existe uma ferramenta muito poderosa e fácil de usar, o Virtual BOX. Mas afinal o que este software faz ? em que ele pode ajudar nos estudos dos meus alunos e claro em seus estudos ? 
Segundo o site da Wikipédia.......

História

Criado pela empresa Innotek, inicialmente oferecia uma licença proprietária, existia uma versão do produto para uso pessoal ou de avaliação sem custo. Em Janeiro de 2007 é lançado a versão VirtualBox OSE (Open Source Edition) com a licença GPL (GNU General Public License), versão 2. Em Fevereiro de 2008 a empresa Innoteck é adquirida pela Sun Microsystems. No dia 20 de Abril de 2009 a Oracle compra a Sun Microsystems e todos o seu produtos, incluindo o VirtualBox.
Características

O VirtualBox tem um desenho extremamente modular com interfaces de programação interna bem definidas e um desenho cliente/servidor. Isso torna fácil o controle de várias interfaces de uma só vez. Por exemplo: você pode iniciar uma máquina virtual em uma máquina típica virtual de interface gráfica e, em seguida, controlar essa máquina a partir da uma linha de comando, ou possivelmente remotamente. O VirtualBox também vem com um kit completo desenvolvimento de software: embora seja de código aberto, você não tem que cortar a fonte de escrever uma nova interface para VirtualBox.

As definições de configuração de máquinas virtuais são armazenados em XML e são totalmente independentes das máquinas locais. Por isso, as definições podem ser facilmente transferidos para outros computadores.

O VirtualBox tem um software especial que pode ser instalado dentro das máquinas virtuais Windows e Linux para melhorar o desempenho e fazer integração muito mais perfeita. Entre os recursos fornecidos por essas adições clientes são integração do ponteiro do mouse o e soluções arbitrárias de tela (por exemplo, o redimensionamento da janela do cliente).

Tal como muitos outras soluções de virtualização, para facilitar a troca de dados entre os hospedeiros e convidados, o VirtualBox permite a declaração dos diretórios de certos hospedeiros como "pastas compartilhadas", que pode ser acessadas de dentro de máquinas virtuais.

Obrigado WIKIPédia :-)

Vamos deixar de bate-papo e vamos criar nossa primeira máquina virtual. Vou usar como exemplo o CentOS 5.5 32bits (i386).
Você terá que ter em seu computador ambos programas...o VirtualBOX instalado em seu computador e CentOS em imagem ou gravado no seu dvdrw (vamos ajudar o meio ambiente...use imagens .iso)
Instalou ? Beleza...agora vamos acessar o nosso programa....será apresentado à você a seguinte tela:
 

Clique em "Novo"

Na próxima tela, será efetuado algumas perguntas à você, basta responde-las que teremos nassa máquina virtual pronta.Vamos responder então ?

Nesta tela será perguntado qual distro você vai usar e qual nome será usado para a identificação, pois você pode usar várias máquinas virtuais.
 
Clique em "Próximo"

Dê um nome a sua máquina e depois indique em
"OS Type" qual sistema utilizar.

Determine a quantidade de memória que você
disponibilizar para a sua máquina virtual

Nesta etapa, você vai criar o seu "HD" virtual
(imagine um arquivo do write TAMANHO FAMÍLIA :-) )

Clique em "Próximo"

Selecione "Armazenamento Dinamico",
clique em "Próximo"

Determine o tamanho do seu "HD".
 
Clique em "Finalizar". Neste momento você já
terá um "HD" em seu computador;


Máquina Virtual criada..... clique em "Finalizar".

 


Agora que sua máquina ta GG (joínha, joínha) vamos inicializar a máquina. Selecione a máquina virtual e clique em "Iniciar". Será apresentado esta tela:
 
Aqui você está sendo informado que, caso queira sair da
máquina virtual basta você clicar com o CTRL direito
(lado direito do teclado). Clique em "OK"

Opa, agora você será solicitado à informar onde está
o dvd de instalação. Clique em "Próximo".


No meu caso eu usei uma imagem .iso (lembrando que isso é uma máquina virtual), usando uma imagem .iso sua instalação será mais rápida. Clique em uma "seta" verde que está ao lado da "mídia de origem". Vai aparecer a seguinte tela:


Clique em "Acrescentar", vai abrir ajanela para que você 
selecione onde está o seu .iso. De 2 cliques na imagem.iso

Ta bunito...agora clique em "Selecionar".

Clique em "Próximo"

Clique em "Finalizar"

 

Nos próximos dias estarei mostrando a vocês como instalar o CentOS em modo texto e muitos tutos no forno.

O meu abraço.


Rodrigo Griffo
Gestor de T.I

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Montar ou Não Montar....eis a questão.

Sempre tive a curiosidade de saber como poderia montar ou desmontar um dispositivo no linux.....tá certo que eu já faço isso à algum tempo, mas vamos explicar como que funciona isso no linux.

Vou explicar pra vocês a instalação de um pendrive e um cartão de memória. 

A primeira coisa que temos que fazer e executar este comando no terminal.
fdisk -l, desta forma vamos saber quais dispositivos que o seu linux encontrou (não se esqueça...encontrar, não significa ativo).

Agora que você já sabe qual é o seu dispositivo (vamos supor sda1 e sdb1), vamos ao segundo passo.

Crie um diretório 
mkdir /pendrive
mkdir /cartaosd

Agora que você já tem os diretórios criados vamos montar.

mount /dev/sda1 /pendrive
mount /dev/sdb1 /cartaosd

Entre no seu pendrive ou cartao 
cd /pendrive
cd /cartaosd

Já está tudo funcionando....agora vamos desmontar.
umount /pendrive
umount /cartaosd

Espero que tenham gostado

Rodrigo Griffo
Gestor de T.I

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Revista Espírito Livre nº14


O aniversário da Revista Espírito Livre passou e conseguimos nos consolidar como uma publicação mensal de qualidade, respeito e querida pelos nossos leitores. A cada mês chegam mais e mais comentários nos incentivando a continuar, nos dando um feedback positivo em relação as matérias veiculadas nas edições, pedindo que por favor, diminuamos o número de páginas pois não está dando tempo de acompanhar tanta coisa. Considero este pedido em especial um elogio pois não é nada fácil manter uma publicação mensal, e se ela apresenta o leitor uma quantidade tão grande e rica de material que o mesmo não dá conta de acompanhar, sinal que estamos no caminho certo. Recomendamos porém que estes que não dão conta de ler tudo, que tenham calma, pois a edição não precisa ser devorada em um mês, recorra a ela sempre que necessário. Tivemos algumas baixas em nosso time, mas também ganhamos vários novos colaboradores. Nossa equipe vai se renovando e se fortalecendo a cada dia, prova de nosso amadurecimento e empenho diário em entregar aos leitores uma publicação de qualidade e gratuita.
A edição deste mês de maio traz em sua capa o tema amplamente difundido, confundido e polêmico: P2P. Salvação para muitos e tormento para outros, o P2P mostra que chegou para ficar, sendo usada de diversas formas, não somente para troca de arquivos entre pares, ou ainda confundida com uma tecnologia a serviço do crime. Nas próximas páginas o leitor se deparará com relatos, entrevistas e matérias que demonstram que o P2P pode ser usado como um aliado às tecnologias hoje existentes. Josh Bernard, que é um de nossos entrevistados da edição, utilizará BitTorrent para promover e distribuir sua próxima produção, uma série de TV chamada Pionner One. Também conversamos com Andrew Resch, desenvolvedor do Deluge, um software para compartilhamento de arquivos em BitTorrent. Walter Capanema comenta exatamente sobre o BitTorrent ser uma ferramenta para compartilhamento ou para pirataria, uma discussão que vai longe… Jomar Silva inclusive diz que combater as redes P2P para impedir o compartilhamento é matar o mensageiro e não a mensagem. Alexandre Oliva também diz que o compartilhamento de obras culturais é natural do ser humano e que embora muitos tenham recorrido a modelos cliente/servidor, como é caso do BitTorrent, para ganhar acesso a obras através de bibliotecas, as práticas de empréstimo, doação, escambo e venda de obras diretamente entre pares é ainda mais antiga que a escrita.

Clique aqui para baixar


Espero que Gostem
Rodrigo Griffo
Gestor de T.I

Liberdade Interativa

Esse evento é organizado pela comunidade Tux-ES, com o  propósito de manter a interatividade entre a comunidade de Software Livre do Espírito Santo. A idéia é que o evento seja uma oportunidade em que todos poderão trocar idéias, compartilhar conhecimentos e, por que não, fazer um Networking. Baseado nos eventos “Day”, o Liberdade Interativa tem a proposta inicial de acontecer sempre em um sábado, a cada dois meses. A primeira versão do evento acontecerá no sábado próximo, 12 de junho de 2010, abaixo segue mais detalhes do evento:

Data: Sábado, 12 de Junho de 2010
Horário: 09:00 – 11:00
Palestras

Nome: Francisco Souza (http://www.franciscosouza.com.br/)
Título: Quem é Python e por que eu deveria me importar?
Descrição: Palestra introdutória sobre a linguagem de programação Python, visando apresentar o quão simples a linguagem é e por que deveríamos levar em consideração adotar a linguagem.

Nome: Alê Borba
Título: Utilizando Linux em Desktops (foco Ubuntu)
Descrição: Apresentar o Ubuntu como desktop para usuários leigos. Apresentar ferramentas de uso cotidiano como Firefox, BrOffice, Thunderbird, e o quão fácil é fazer a migração para um desktop Linux.
Local: FAESA – Campus I, Rua Anselmo Serrat, 199, próximo a Av. Vitória e Av. Marechal Campus, no bairro Ilha de Santa Maria, em Vitória/ES. Na Sala 9 do Bloco IV (Prédio dos cursos de Ciências e Sistemas)

A entrada é gratuita e sem inscrição. Basta aparecer ao local.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Novo Fedora no forno.

A primeira vez que eu utilizei o fedora foi a versão 9 e posso assegurar...... eu não gostei. Depois de anos voltei a usar o fedora e gostei do que eu vi....confesso que apanhei um bocado para faze-lo ficar "utilizável", agora amanhã será lançado com louvor e atrasos (pra variar né :-o ), a versão 13, o Fedora Goddard. Eu realmente estou ansioso para ver o resultado. Vou colocar aqui pra vocês o que está descrito no site oficial do Fedora. 


Sete razões para atualizar para o Fedora 13


O Fedora 13 está pronto para ser lançado. Chamado de “Goddard”, o novo release vem com muitas atualização em relação ao Fedora 12 e algumas características novas que realmente vão estimular os usuários GNU/Linux a utiliza-lo.
O foco do Fedora é um pouco diferente do Ubuntu, openSUSE e de algumas outras distribuições GNU/Linux. O projeto é focado em enfatizar a liberdade do software e ser o primeiro em novas funcionalidades. Com isso o Fedora não se torna a distribuição mais “clean” e sim uma das mais inovadoras, tonando assim uma distribuição muito atraente. Se você estiver no Fedora 12, temos sete razões pelas quais você deve estar pensando em atualizar para o Fedora 13 agora ou quando for lançado oficialmente no final deste mês.
Melhorias e inovações
Os usuários Fedora normalmente não gostam de ficar para atrás. Um dos lemas do projeto Fedora é o “inovação”, e isso significa que (em parte) ser rápido para disponibilizar as versões  mais recente dos softwares nas mãos dos usuários em cada lançamento.
A última versão do Fedora vem com o KDE 4.4 e GNOME 2,30 desktops, Firefox 3.6.3, OpenOffice.org 3.2, o kernel Linux 2.6.33, e centenas de outras atualizações de pacotes. Cada uma dessas atualizações upstream traz melhorias que você não vai querer perder.

Melhorias no NetworkManager
Umas das atualizações do Fedora 13 que tem recebido bastante contribuição da comunidade é o NetworkManager. A versão 0.8.1 do NetworkManager, que não está oficialmente lançada ainda, vem com várias atualizações para melhoria de utilização de rede mobile, melhorias de suporte IPv6, e muito mais.

Driver experimental Nouveau para Nvidia
Por muito tempo, os usuários GNU/Linux com placas de vídeo Nvidia tiveram de optar drivers proprietários para as suas placas, ou lidar com o mínimo de recursos do driver de código aberto. Mesmo se você não tiver um problema filosófico com software não-livre, existem muitas razões práticas para preferir um driver open source. Os drivers proprietários da Nvidia podem estar fora de sincronia com as versões mais recentes do kernel.
O driver Nouveau foi trabalhado por um certo tempo para fornecer um substituto completo para os drivers proprietários. Depois de muito trabalho, o driver Nouveau está começando a suportar 3D. É ainda experimental, mas os usuários podem obter o pacote mesa-dri-drivers-experimental para o F13 e começar a usa-lo.
De acordo com Adam Williamson, que funciona razoavelmente em uma placa Nvidia 9400 GT. Mais do que o esperado, na verdade – o suficiente para jogar Quake 3.

Instalação automática do driver de impressora
Ao conectar uma impressora USB ou ligar uma impressora de rede, o Fedora 13 deve procurar automaticamente os pacotes/drivers que você precisa, e oferece para instalá-los. A idéia é que ao ligar uma impressora deve “simplesmente funcionar”, com um mínimo de trabalho.

Sugar
O Fedora é um projeto que está muito preocupado com a educação. Uma das características do Fedora 13, que é de interesse para a comunidade educativa é o Sugar Learning Environment. Se você não está familiarizado com o Sugar, é o ambiente de trabalho que foi desenvolvido pela One Laptop Per Child (OLPC) computadores XO, e também está sendo desenvolvido para outros sistemas. Ele inclui uma interface de usuário especialmente adaptadas para crianças, bem como uma plataforma para actividades de aprendizagem que podem ser usados na educação.

Usando o sistema de rollback com btrfs
Outra característica experimental no Fedora 13, que vale a pena olhar, é o “rollback”  do sistema com o btrfs.
O que há de tão especial sobre btrfs? Ele permite realizar “snapshots” do sistema de arquivos, que podem ser utilizados para a recuperação do sistema.
Novamente, isso é uma característica experimental. Para habilitar o recurso, você tem que quer migrar seu sistema de arquivos de Ext3/Ext4 para btrfs ou passar para o instalador o parâmetro de inicialização (btrfs), senão o brtf não irá aparecer como opção durante a instalação.

Python debugging e instalações paralelas
Fedora 13 tem duas características muito interessante para os entusiastas de Python.
O primeiro é uma instalação paralela do Python 3, mas muitas das ferramentas utilizadas no Fedora dependem do Python 2. Com esse recurso, permite que os desenvolvedores trabalhem com o Python 3 sem perder as funcionalidades do Python 2.
O Fedora 13 também possui extensões para o depurador gdb, para que ele possa ser usado para depurar bibliotecas Python e scripts para mostrar a utilização do  Python interativamente.
Isso foi um ctrl+c - ctrl +v do site oficial :)
Espero que gostem 
Rodrigo Griffo
Gestor de T.I